Chione — Curso de Homeopatia e Imunoterapia Integrativa
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STANN

STANN - STANNUM METALICUM

DIABOLUS METALLORUM

Reino
Mineral
Miasma
TUBERCULÍNICO
Letra
S

STANNUM METALLICUM

REINO: MINERAL - MIASMA: TUBERCULINICUM

Origem: Ou Estanho, é um metal branco prateado, maleável, muito flexível, facilmente cortado com uma faca. Em geral está cristalizado e quando dobramos uma barra de estanho, atritando-a uma contra a outra, temos um ruído que é conhecido como ´grito do estanho´. É um metal que o ser humano conhece há muitos anos apesar de ser raro.

Agravação – por bebidas quentes, deitado sobre o lado direito.

aversão ao trabalho, os homens não querem ocupar-se de seus negócios e as mulheres não querem cuidar de suas casas, todo o trabalho lhes é difícil, estão sempre fatigados.

Exaustão extrema da mente e do corpo.

melhoria – a criança melhora quando a carregamos apoiando seu ventre no ombro ou na mão, pela compressão.

Sensação de que quando se veste pela manhã tem que se sentar várias vezes para descansar; quando canta ou usa a voz tem sensação dolorida e fraqueza no deltóide e nos braços.

Sensação de vazio no estômago, ‘tudo se esvai’.

Triste, desanimada, sente vontade de chorar a toda hora, mas o choro faz com que se sinta pior, desfalecida e fraca, especialmente descendo escadas.

alterações catarrais.

Cãibras dos escritores; tremores das mãos com dores com cãibras entre o polegar e o indez; cãibras das mãos.

cansaço na laringe e no peito, que afeta todo o corpo, os tremores aumentam pelo movimento lento.

Cefaléia pela manhã, sobre um dos dois olhos, principalmente à esquerda, que se estende pouco a pouco, para afetar toda a fronte, aumentando e diminuindo progressivamente, com freqüência acompanhada de náuseas e vômitos; estas dores são violentas, pulsáteis, acompanhadas de ardor, às vezes as pulsações são tão violentas que têm a sensação de que a cabeça vai explodir.

cólicas com dores como cãibras ao redor do umbigo e sensação de vazio que melhoram pela pressão e deitando sobre o estômago e dobrando em dois; agravam pelo movimento.

constipação com fezes duras, secas, nodosas, às vezes insuficiente; o reto está paralisado e mesmo com grandes esforços não consegue expulsar as fezes (mesmo que estas sejam moles).

dispnéia pelo menor esforço, ao deitar à noite ao tossir; acessos de tosses fatigantes, a região epigástrica fica dolorida como se tivesse sido contundida.

Dor de cabeça ou nevralgia, as dores começam levemente e aumentam gradualmente até o ponto máximo e então diminuem gradualmente.

dores que aumentam e diminuem gradualmente de intensidade.

enfermos debilitados há muito tempo,fracos e caquéticos.

excitação nervosa intensa, o que pode ser observado nos indivíduos que tiveram perda sanguínea, submetidos a excessos, doenças crônicas, irascibilidade, misantropia, aversão à conversação, que o fadiga, propensão à hipocondria e ao suicídio e emagrecimento considerável.

expectoração abundante de muco espesso, amarelo esverdeado, às vezes sanguinolento, com gosto adocicado característico; pela manhã tem excesso de muco no peito, que não consegue eliminar com a tosse, escarra, faz esforços para expulsa-lo, sufoca e vomita.

Expectoração profusa, como clara de ovo, adocicada, azeda, pútrida.

fatigado ao caminhar, ao falar, por ler em voz alta, fraqueza de todo o corpo por subir escadas.

fraqueza geral, algumas vezes excessiva à noite.

Fraqueza intensa no peito, tão fraca que é incapaz de falar.

friagem começa a afetar os brônquios, tem dispnéia, tosse violenta, que sacode o peito em cada acesso tem desejo de vomitar que o sufoca.

frio nas extremidades ou com sensação de calor e suor abundante pelo menor movimento.

irritação e coceira provocadas pelo muco da traquéia; ao respirar apresenta tosse produtiva ou seca, que piora ao estar sentado, inclinado ou ao caminhar; acúmulo de muco na traquéia, em grande quantidade, que é expelido facilmente pela tosse.

Leucorréia, grande debilidade, a fraqueza parece vir do peito.

Lombrigas, evacuação de vermes.

magro, fatigado, o mínimo trabalho é para ele um grande esforço; nos dá a impressão de estar no caminho da tuberculose.

Mestruações muito adiantadas, abundantes, tristeza antes, dor nos ossos malares, durante.

Náuseas e vômitos pela manhã, pelo odor de alimentos cozidos.

Nevralgias.

nevralgias faciais, nos olhos, estômago e intestinos, as dores não são desgarrantes, mas começam lentamente, aumentam progressivamente de intensidade e diminuem pouco a pouco; as dores iniciam muitas vezes com o nascer do sol aumentando até o meio dia para diminuir à tarde e desaparecer com o pôr-do-sol; podem começar em outros horários, mas sempre com a modalidade de aparecer e desaparecer progressivamente.

odor dos alimentos lhe provoca náuseas e vômitos.

Pus amarelado, esverdeado.

Prolapso, piora durante a evacuação, tão fraca que ela cai na cadeira em vez de se sentar.

Prolapso uterino e leucorréia, acompanhadas de intensa fraqueza; o enfermo se cansa por falar e deve sentar-se enquanto faz sua higiene pela manhã.

rosto está pálido, ceroso, caquético, tem tendência à tuberculose.

Rouquidão com voz profunda, rouca, oca, aliviada durante um período quanto tosse ou expectora muco.

sensação de fraqueza no peito, tão violenta que não pode falar, este é um dos principais ´keynotes´ do remédio; está tão fraco que não pode permanecer em pé e deixa-se cair numa cadeira.

sensível à dor.

Suor com odor mofado, azedo, depois das 4h, todas as manhãs; Suor noturno profuso; suor pela manhã.

Tosse profunda, oca, dilacerante, sufocante, seca, quando na cama, à noite.

tosse violenta, explosiva, curta, em acessos; tosse rouca, fraca como e o peito estivesse sem forças; tosse ao rir, falar ou cantar, deitado de lado, bebendo coisas quentes.

Voz fraca, rouquidão, afonia, as cordas vocais estão sem força, como se estivessem paralisadas; sensação de fraqueza sobretudo no peito ao falar; rouquidão, fraqueza e sensação de vazio no peito ao começar a cantar, deve parar a cada instante para inspirar profundamente; um acesso de tosse com escarros melhora a rouquidão durante alguns minutos.

O emprego de Stannum desperta no enfermo suas antigasdores nevrálgicas; se o indivíduo estiver na sua fase terminal,Pulsatilla é o antídoto natural.

REINO: MINERAL - MIASMA: TUBERCULINICUM

MATERIA MEDICA - keynotes

  • FRAQUEZA E EXAUSTÃO . Geralmente relacionado ao sistema respiratório.

MENTE

  • Sudorese, não exigente. Consegue dar-se bem com as pessoas.
  • Fica com aversão às pessoas por causa da fraqueza.
  • Ansiedade sobre o futuro.
  • Nenhuma esperança, sente-se tão fraco, eles sabem que eles morrerão logo.
  • Difícil concentração por causa da fraqueza mental. Pensamentos vão de um assuntopara outro.Começam uma tarefa e partem para outra,sem terminar nenhuma delas.
  • Ansiedade, tristeza antes da menstruação, fluxo.

GENERALIDADES

  • FRAQUEZA,. Como se fluindo pelas veias.
  • USANDO A VOZ ( falando, cantando, rindo).
  • 5 a.m.
  • AO MENOR ESFORÇO.
  • Dores aparecem e desaparecem gradualmente, indo e vindo com o sol.
  • Ataques de epilepsia,com polegares cerrados,em crianças na fase de dentição.
  • Pacientes magros, pálidos e exaustos.

CABEÇA

  • Dor e neuralgia,entre 10 a.m.e 4 p.m.,gradualmente aumentando e diminuindo com o sol. movimento, sacudindo.

OLHOS

  • Queimação por fraqueza.

BOCA

  • MAL PODE FALAR POR FRAQUEZA NO PEITO.

GARGANTA

  • Muito muco, difícil de retirar.

ESTOMAGO

  • Sensação de vazio.
  • Dor pressão forte.
  • Sensação de vazio.

RETO

  • Prolapso do reto durante a evacuação.

GENITALIA FEMININA

  • Prolapso do útero e vagina com fraqueza, sentimento de afundamento no

estômago, com evacuação. Puxando para baixo.

  • Leucorréia com fraqueza, alternando com neuralgias.
  • Desejo aumentado ao cocar partes distantes.
  • RESPIRAÇÃO
  • DIFICIL, POR OU COM FRAQUEZA.

DISPNÉIA MINIMO ESFORÇO, USANDO A VOZ.

TOSSE

  • COM FRAQUEZA NO PEITO E GARGANTA.
  • Segura o peito quando tosse.
  • Tosse seca `a noite, com expectoração doce ou salgada durante o dia.
  • Tosse usando a voz, deitando do lado direito, `a noite ate meia-noite,

esforço.EXPECTORAÇÃO

  • Gosto salgado ou doce. Pútrido, ofensivo. Profuso.

PEITO

  • FRACO, SENSAÇÃO DE VAZIO, USANDO A VOZ, ESFORÇO.
  • Asma. Bronquite. Pneumonia. Tuberculose.
  • Dor em pontada no lado esquerdo do peito, ao se inclinar, `a inspiração,

expectoração,deitando do lado esquerdo.

EXTREMIDADES

  • Fraqueza. Deixa cair coisas. As pernas fraquejam.
  • Abalos e espasmos. Cãibras.
  • Paralisia dos datilógrafos.
  • Fraqueza e dor no deltóide e no braço, usando a voz.

PELE

  • Descoloração: cobre amarelado.

SONO

  • Posição: uma perna puxada para cima, a outra esticada.

Compl: Puls.

DD: Carb-v, Gels, Laur, Mur-ac, Ph-ac, Sel, Tub.

MATERIA MEDICA - Pura Hahnemann (português)

STANNUM1

(Estanho)

(O estanho preparado até a mais fina folha pelos batedores de ouro, sob o nome de metal falso ou metal de prata (metal de espuma),2 é o mais puro estanho. Para fins medicinais, um grão deste é triturado com uns cem grãos de açúcar de leite durante uma hora num almofariz de porcelana, enquanto freqüentemente raspado com uma espátula de osso; isto produz a primeira diluição centesimal deste pó metálico, que é então manipulado de uma maneira semelhante até a milionésima3 diluição.)

Os antigos acumularam curas maravilhosas das doenças mais sérias com o estanho, algumas das quais eu citarei nas notas. Mas os modernos nada sabem (ou pensam) disso tudo -- após cuidadosa experiência ou a partir de convicção bem fundada ? Eu duvido muito disto.4

Os modernos somente conhecem o estanho como um remédio para tênia,5 e usam-no apenas na forma de limalhas de estanho, dos quais eles teoricamente (pois experiência cuidadosa é trabalho demais para eles), dos quais, eu repito, eles teoricamente declaram: “que ele expulsa a tênia dos intestinos unicamente de uma maneira mecânica, por meio do seu peso e das pontas afiadas”, sem pensarem que se isto fosse verdade, limalhas de ferro, de prata, ou de ouro, deveriam ser capazes de fazer o mesmo.

Agora, a fim de realizar esta expulsão, teoricamente refinada,6 da tênia por meio das pontas afiadas das limalhas de estanho, com maior certeza, eles deram ao paciente estas limalhas de estanho, em doses, quanto maiores melhor; tanto quanto metade ou uma onça inteira, ou mesmo mais, de uma vez, e esta dose repetida muitas vezes.

Este procedimento, entretanto, é fundamentado na arbitrariedade e numa conclusão prévia, pois a receita original que ALSTON primeiro nos comunicou da prática caseira no início do último século -- pois foi a partir desta fonte que o emprego de estanho para tênia foi derivado -- antes então nenhum médico conhecia algo a respeito dela -- é completamente diferente.

“Uma mulher de Leith, na Escócia”, diz ALSTON (Mater. Med., i, p. 150), “tinha uma receita caseira contra tênia (verme-farpa, Tænia solium), que uma taberneira, Maria Martin, obteve dela, por meio do que esta se livrou deste verme.”

1 Do vol. VI, 2a edição, 1827. -- Hughes.

2 N. T. Bras.: esta parte entre parênteses foi suprimida em Dudgeon.

3 Eu costumava subir a diluição até o bilionésimo grau, mas no decorrer do tempo percebi que o milionésimo grau é adequado para todos os fins medicamentosos. -- Hahnemann.

4 A idéia mais leviana ou a proposta mais frívola, se ela apenas vem da Inglaterra, Itália, ou França, e especialmente se ela for trazida pela mais recente correspondência, na Alemanha é estimada como algo incomparável, e é considerado um ponto de honra aceitá-la cegamente com fervor (até que, após três ou seis meses, a habitual inutilidade da recomendação estrangeira é descoberta, quando há de novo uma caça por alguma novidade fresca dos países estrangeiros) -- enquanto honestos compatriotas e os homens amantes da verdade dos primeiros tempos permanecem desapercebidos e não lidos. -- Hahnemann.

5 N. T. Bras.: em inglês “tape-worn”, em alemão “Bandwurm”.

6 N. T. Bras.: em inglês “inferred”, em alemão “ausgeklügelte”.

ALSTON conseguiu-a de sua filha . Ela é assim: -- “ Pegue uma onça e meia de estanho (liga de estanho)7 e moa-o em pedaços até pó, misture-o com xarope de açúcar, e ingira, numa Quinta-feira antes da mudança da lua, uma metade disto, no dia seguinte a metade do remanescente, e no Sábado seguinte o restante, mas no Domingo um purgativo.”

Aqui não se menciona limalhas de estanho com pontas finas rudes, mas apenas um pó fino moído num almofariz ou num rebolo. É impossível que o pó fino da receita original, da qual sozinha todo o poder curativo do estanho para tênia foi aprendido, pudesse ter sido eficaz, caso sua eficácia dependesse das pontas mecânicas das limalhas de estanho.

Aqui nós vemos quão estupidamente a teoria da escola médica estava acostumada a espoliar o bem que residia nas descobertas da prática doméstica.

Mas observação e experiência mais cuidadosas mostram que nem limalhas de estanho nem xarope de ALSTON preparado com pó de estanho realmente matam quaisquer espécies de tênia. Pois quem alguma vez viu o primeiro ou o último expelirem por si mesmos a tênia morta dos intestinos ? Sempre e em todos os casos teve que se recorrer à ajuda de purgativos, e mesmo então o verme foi raramente visto, e mesmo se ele fosse por meio disto expulso, o estanho parecia somente ter agido como um agente estupefaciente na tênia. O estanho é tão pouco capaz de matar a tênia, que se o purgativo (como normalmente acontece) falha em expulsá-la por inteiro, após freqüentes repetições da administração de estanho, a tênia vai aumentando nos intestinos até um grau ainda maior; de fato, ele usualmente estimula mais freqüentes crises de sofrimento (estas sendo prontamente induzidas por algum pequeno transtorno de outro tipo). Além disso, aqueles que lidam com estanho não infreqüentemente sofrem de tênia num grau muito grande. Destarte, o estanho parece antes causar uma supressão paliativa dos movimentos desagradáveis do verme, e isto na ação secundária contribui mais para prejuízo do que benefício do paciente.

Mas se um paliativo desta natureza for algumas vezes necessário, então, como experiências certas têm me ensinado, não é necessário dar onças inteiras de estanho, como se tem acreditado até aqui, mas uma porção muito pequena de um grão da milionésima diluição acima mencionada do pó de estanho é mais que suficiente para uma dose.

Por outro lado, as poucas observações que se seguem dos sintomas mórbidos artificiais produzidos pelo estanho no corpo humano saudável ensina-nos como fazer uma multidão de empregos homeopáticos muito mais úteis dos seus grandes poderes de cura.

A duração da ação do estanho é de aproximadamente três semanas em doenças crônicas.

Eu devo, entretanto, precaver todo praticante cuidadoso de nunca confiar a preparação das triturações deste e de outros pós de metais similares a um trabalhador

7 A liga de estanho não é o estanho puro, o qual, como é bem sabido, é muito mole, mas o assim chamado estanho inglês, duro, quebradiço, que é composto de estanho puro, macio, com uma vigésima parte de uma liga metálica, geralmente zinco (mas algumas vezes também cobre, bismuto, etc.), misturada junto. Este pode ser não apenas limado facilmente, mas até mesmo triturado até pó num almofariz (veja NICHOLSON, Chemistry, Lond., 1790, p. 355). -- Hahnemann.

de aluguel,8 caso ele deseje estar certo de ter aquilo que tenciona e deve ter. Ele deve prepará-los por si mesmo, com cuidado, exatidão e paciência, se ele deseje estar certo do resultado.

[HAHNEMANN foi assistido por FRANZ, GROSS, GUTMANN, HARTMANN, HAYNEL, HERRMANN, LANGHAMMER, WISLICENUS.

As seguintes autoridades da velha escola são citadas por observações patogenéticas e terapêuticas:

ABRAHAM, MEYER, Diss. Cautelæ de Anthelminth., Gottingen, 1782.

Commerc. lit. Nor., Ann. 1734.

ETTMÜLLER, Colleg. Consult.

FOTHERGILL, Med. Observ. and Inquir., London, 1784, vi.

GEISCHLAEGER, in Hufel. Jour., x, iii.

HOFFMANN, FR., Opera, tom. ii.

MONRO, DON., Arzneimittell., i.

MURALTUS, in Misc. Nat. Cur., Dec. ii, Ann. i.

QUINCY, New Dispensat.

STAHL, G. E., Mat. Med.

THIERRY, Med. Experiment.

VOGEL, R. A., Prælect. de Cogn. et Cur. Morb.

A 1a edição tem 552 sintomas, esta 2a edição, 660; em Chr. Kr. há somente 648.]

STANNUM

Tontura estupefaciente, somente quando caminha ao ar livre; ele cambaleia para lá e para cá ao caminhar, de forma que teme que possa cair (após 6 hs.). [Lr.]

Vertigem quando sentado como se ele fosse cair de sua cadeira (após 12 hs.).

Crise súbita de tontura, ao sentar (após 12 hs.). [Ws.]

Sensação passageira de tontura, exatamente como se ele estivesse sentado completamente separado e os objetos e pessoas em torno dele estivessem a uma grande distância dele (após 24 hs.). [Ws.]

5. Tontura como se o cérebro girasse ao redor (após 1 h.). [Hrr.]

Tontura transitória, mas freqüentemente retornando; ele sente como se o cérebro girasse ao redor; ele perde sua capacidade de pensar, não consegue mais ler, e senta ali como se privado de consciência. [Hrr.]

Aturdimento da cabeça inteira (após 2 hs.). [Hrr.]

Grande peso e confusão da cabeça -- pior no anoitecer.

Confusão e estupidez da cabeça, como se prestes a ter coriza -- também espirros; mas não chega à coriza.

10. Peso na cabeça quando em repouso e quando se move, no anoitecer, por duas horas (após 9 hs.).

8 N. T. Bras.: em inglês “hired workman”, em alemão “Miethlinge”. Fig.: mercenário.

Usualmente toda manhã dor de cabeça, náusea, perda do apetite (anorexia), e mau humor.

Um zunido na cabeça; barulhos externos vibravam na cabeça.

Como se sonolento e exausto na cabeça.

Pressão indolor de dentro para fora no lado esquerdo do occipício (após 5 ds.). [Hnl.]

15. Na metade esquerda do cérebro uma sensação de vazio, com sensação pressiva pesada, impossível de aliviar (após 25 hs.). [Htn.]

Dor pressiva que sai no lado direito da cabeça. [Gn.]

Dor pressiva de dentro para fora na têmpora direita, quase externamente (após 3 hs.). [Gn.]

Pressão na têmpora esquerda, começando fraca, então aumentando, e de novo declinando, como se ela fosse pressionada para dentro. [Gss.9]

Dor pressiva, estendendo-se do meio da fronte para o centro do cérebro (após 11 hs.). [Gn.]

20. Um tipo de pressão na têmpora, topo da cabeça, e especialmente fronte, que é aliviada pela pressão da mão. [Gss.]

Dor dolorida na têmpora direita quando deita sobre ela, a qual desaparece ao levantar (após 5 ds.). [Gn.]

Pressão na fronte, não diminuída por inclinar para frente, aliviada pela pressão externa, agravada por dobrar para trás. [Gss.]

Súbita pressão aguda no topo da cabeça, com a sensação como se os cabelos fossem movidos ao mesmo tempo. [Gss.]

Pressão obtusa para fora, e especialmente para cima, no meio da fronte, na região da sutura frontal internamente (após 3 hs.). [Hrr.]

25. Uma dor pressionando para fora na fronte com sonolência, não alterada por inclinar para frente ou dobrar para trás, pior quando ela deixa de pressioná-la com a mão. [Gss.]

Uma dor pressionando para fora nas protuberâncias frontais. [Gss.]

Dor de cabeça pressiva estupefaciente logo acima das sobrancelhas, como se o cérebro ali fosse pressionado, quando em repouso e quando movimenta (após 3 1/2 hs.). [Lr.]

Sensação aturdida que pressiona, distribuída através da cabeça inteira. [Hrr.]

Dor dolorida na fronte.

30. Dor pressiva estupefaciente, especialmente na fronte, mais externamente do que internamente, quando movimenta e quando em repouso (após 4 hs.). [Lr.]

Compressão do occipício, sob o topo da cabeça. [Fz.]

Pressão dolorosa do cérebro no topo da cabeça e occipício contra o crânio, no anoitecer antes de ir dormir, e durando depois de deitar. [Hnl.]

Dor como pressão para dentro das têmporas o dia todo.

Dor de cabeça, como se as têmporas fossem pressionadas para dentro.

9 Cinco grãos da puro folha de estanho foram intimamente trituradas com 100 grãos de açúcar de leite, e isto dois experimentadores ingeriram por quatro dias seguidos, no jejum da manhã, aumentando a dose todo dia; o homem ingeriu ao todo três grãos, a mulher somente dois. -- Hahnemann.

35. Sensação compressiva nas têmporas e occipício.

Sensação dolorosa na cabeça como se o cérebro inteiro estivesse esticado para fora e puxado despedaçando.

Dor pressiva constritiva subitamente ataca a metade superior inteira da cabeça, começando levemente, lentamente aumentando, e então gradualmente declinando. [Gss.]

Dor espasmódica na cabeça como se a mesma fosse comprimida externamente por uma mão.

Dor contrátil no lado direito do occipício (após 53 hs.). [Gn.]

40. A cabeça dele amiúde sente como se ela fosse parafusada para dentro, com arrancos lentos intermitentes ou pressão que repuxa aqui e ali. [Gss.]

Violento arranco doloroso acima da testa através da metade anterior do cérebro, deixando atrás de si uma pressão obtusa, até que o arranco retorne (após 6 hs.). [Htn.]

Súbito arranco pressivo no lado esquerdo da testa e têmpora esquerda, de maneira que ele gritou alto. [Gss.]

Dor como se esmagasse na testa.

Dor pressiva, terebrante, estupefaciente, na superfície da metade esquerda do cérebro, espraiando-se do centro do osso parietal até a protuberância frontal esquerda (após 8 hs.). [Htn.]

45. Dor terebrante na têmpora esquerda o dia todo (após 4 ds.).

Dor dolorida perfurante na têmpora direita, que é removida pela pressão externa (após 3 hs.). [Htn.]

No osso occipital peso doloroso com sensação de perfurar (após 11 hs.). [Htn.]

Dor passageira puxa através da protuberância frontal esquerda com leve pressão.10 [Gss.]

Um repuxar pressivo através da testa e topo da cabeça. [Gss.]

50. Dilaceração pressiva através do lado direito da cabeça (após 2 hs.). [Ws.]

Dilaceração pressiva na metade direita da testa se repetindo em acessos, pior quando abaixa (após 12 hs.). [Htn.]

Dor dilacerante pressiva no lado esquerdo do osso occipital (após 5 hs.). [Htn.]

Pressão que repuxa do osso parietal direito em direção à orbita ocular direita. [Gss.]

Pressão que repuxa na borda superior da órbita ocular esquerda. [Gss.]

55. Na têmpora e metade da testa do mesmo lado, um repuxar pressivo que confunde. [Gss.]

Dor dolorida dilacerante na testa. [Hrr.]

Pressão dilacerante na metade direita da cabeça (após 2 1/2 hs.). [Hrr.]

Dor dolorida dilacerante no lado esquerdo do topo da cabeça, internamente (após 1 1/2 h.). [Hrr.]

Dor dolorida dilacerante no lado esquerdo do occipício. [Hrr.]

60. Persistente dilaceração dolorida da cabeça com aturdimento e tontura. [Hrr.]

10 Pressão que repuxa, ou repuxos pressivos, parece ser uma dor principal com o estanho. -- Hahnemann.

Dor dilacerante no osso parietal esquerdo e testa. [Hrr.]

Dilaceração que puxa como arranco acima da sobrancelha esquerda, externamente (após 1 h.). [Lr.]

Na protuberância frontal esquerda uma pontada longa, cega. [Gss.]

No lado direito do topo da cabeça algumas pontadas rápidas contudo cegas. [Gss.]

65. Picadas finas na fronte acima da região entre as sobrancelhas. [Fz.]

Pontadas queimantes no topo da cabeça. [Fz.]

Dor de cabeça como pontada, especialmente no lado esquerdo da fronte, com coriza fluente. [Lr.]

Espetadas na fronte, mesmo quando em repouso, por muitos dias -- ao abaixar, sensação como se tudo saísse na fronte.

Junto com frio do corpo, calor na cabeça, espetadas como pulso na têmpora e fraqueza da cabeça, de forma que a razão quase se foi; ao mesmo tempo sono leve e inconsciência.

70. Dor de batimento nas têmporas.

Calor interno na fronte, enquanto ela também estava quente à sensação externa.

Dor de cabeça: queimação na metade do sincipício, como fogo, como também no nariz e olhos -- estas partes também estavam quentes externamente -- exatamente o mesmo quando se move como quando em repouso; ele tem que deitar; ao mesmo tempo náusea e ânsia como se ele fosse vomitar (durante um dia inteiro, de manhã até o anoitecer).

Dor supurante na cabeça.

Dor queimante tensiva no couro cabeludo na frente, bem acima do lado direito da fronte (após 7 hs.). [Gn.]

75. Ao sacudir a cabeça o cérebro parece para ele estar solto e bater dolorosamente contra as paredes do crânio. [Gss.]

Uma pápula na sobrancelha esquerda, com dor de um caráter dolorido quando tocada, mas queimante quando deixada sozinha.

Subitamente alguns arrancos na borda superior da órbita ocular direita e em outras partes, com estupefação dolorosa da cabeça. [Gss.]

No lado externo da borda orbital superior esquerda, golpes obtusos dolorosos em rápida sucessão. [Gss.]

Olhos encovados, turvos, opacos (após 2 ds.). [Hrr.]

80. Os olhos dela estão muito opacos.

Contração das pupilas (após 1/2, 3/4 h.). [Lr.]

Dilatação das pupilas (após 26 hs.). [Lr.]

Queimação nos olhos.

Ardência nos olhos, como depois de esfregar com um pano de lã. [Fz.]

85. Dor nos olhos como se eles tivessem sido esfregados com um pano de lã, aliviada por mover as pálpebras (após 1 h.).

Sensação pruriginosa no globo ocular esquerdo inteiro; ela não desaparecia completamente ao esfregar (após 30 hs.). [Gn.]

Os olhos se projetam e são dolorosos como se ela tivesse estado chorando.

Pressão nos olhos.

Dolorido no olho esquerdo como por um terçol nas pálpebras. [Fz.]

90. Pontada tensiva no globo ocular esquerdo, mais violenta quando ele é movimentado (após 58 hs.). [Gn.]

Pressão no canto interno esquerdo como por um terçol, com choro do olho (após 5 hs.). [Hrr.]

Dor dolorida no canto interno direito. [Hrr.]

Dor queimante que espeta em direção do canto externo do olho direito (após 6 hs.). [Gn.]

Dor queimante que pica no canto esquerdo (após 2 hs.). [Gn.]

95. Coceira no canto interno.

No canto interno esquerdo um abscesso, como uma fístula lacrimal.

As pálpebras contraem, com vermelhidão do branco do olho e sensação queimante (após 5 ds.).

Dolorido em ambas as pálpebras superiores (após 4 hs.). [Gn.]

Sensação atrás da pálpebra direita como se um corpo duro estivesse entre ela e o globo ocular (após 4 1/2 hs.). [Gn.]

100. Picadas violentas, pequenas, queimantes, nas pálpebras direitas superior e inferior, um tanto mais em direção ao canto externo (após 9 hs.). [Htn.]

Dor queimante na pálpebra inferior esquerda (após 4 ds.). [Gn.]

Os olhos estão grudados toda noite e muito fracos de dia.

Tremor no canto interno direito (após 4 ds.). [Hnl.]

Tremor do olho esquerdo, por uma semana.

105. Fasciculação dos olhos.

Tinido no ouvido esquerdo (após 1/4, 9 1/2 hs.). [Lr.]

Rumor no ouvido como por sangue correndo através dele. [Fz.]

Ao assoar o nariz um barulho como de dar passos nos ouvidos.11

No anoitecer, estalido em frente e dentro do ouvido esquerdo, como por uma porta. [Fz.]

110. Sensação como se o ouvido esquerdo estivesse tampado, com dificuldade de audição, o que é diminuído depois de assoar o nariz, de manhã após levantar da cama, por quatro dias. [Hnl.]

Repuxos no ouvido externo, como um forçar doloroso no ouvido. [Gss.]

Repuxos repetidos no ouvido esquerdo, como um forçar no ouvido. [Gss.]

Dor dilacerante no meato acústico interno direito, como em pressão no ouvido (após 6 hs.). [Hrr.]

Repuxos em todo o ouvido direito externo e interno, mais dolorosos quando move o maxilar inferior (após 3 hs.). [Gn.]

115. Dor como câimbra no ouvido direito inteiro por oito horas (após 6 hs.). [Gn.]

11 N. T. Bras.: esta a tradução do alemão “schreit’s im Ohre”. Em inglês temos “screeching in the ear” (chiado no ouvido).

Dilaceração que belisca através da cartilagem da orelha esquerda, no lóbulo da mesma, junto com sensação como se um vento frio algumas vezes soprasse sobre ela (após 4 hs.). [Ws.]

Pontada que repuxa no ápice da aurícula esquerda (após 10 hs.). [Gn.]

(Coceira no ouvido esquerdo.)

O buraco do brinco no lóbulo da orelha se torna ulcerado.

120. Dor terebrante no ouvido direito, com pés frios.

Dolorido externamente no osso atrás do ouvido.

Sensação de obstrução e peso na parte de cima da cavidade nasal. [Hrr.]

Imediatamente ao despertar de manhã, violento sangramento pelo nariz (epistaxe).

Sangramento pelo nariz (epistaxe) de manhã, imediatamente depois de levantar da cama (após 22 hs.). [Hnl.]

125. Calor volante na face, rapidamente vindo e rapidamente indo, perceptível interna e externamente. [Gss.]

Feições encovadas, pálidas (após 2 ds.). [Hrr.]

Face alongada, pálida, aspecto doentio (após 2 ds.). [Hrr.]

Acessos de repuxos doloridos no lado direito dos ossos faciais, especialmente no processo zigomático e órbita ocular, de uma maneira em arrancos. [Gss.]

Roedura dolorida no lado esquerdo da face, especialmente no processo zigomático (após 3 ds.). [Ws.]

130. Uma sensação que entorpece o sentido na face, especialmente na fronte (após 1/2 h.). [Lr.]

Pressão como câimbra nos músculos faciais, no osso malar esquerdo sob o olho (após 6 hs.). [Ws.]

Dor contrátil nos ossos faciais do lado direito, incluindo os dentes; parece como se o lado direito da face fosse puxado um pouco. [Gss.]

Dor queimante nos músculos da face sob o olho direito (após 6 hs.). [Gn.]

Dilaceração do zigoma para baixo até dentro do maxilar inferior perto do ângulo da boca. [Gss.]

135. Pressão que repuxa no zigoma direito. [Gss.]

No anoitecer dor de cãibra queimante na bochecha esquerda, e logo depois inchação das bochechas, as quais, apenas quando ele puxa a face obliquamente, apresentam dor cortante dolorida, como se estilhaços de vidro estivessem entre a bochecha e os dentes. [Fz.]

Sensação queimante na bochecha direita (após 10 hs.). [Gn.]

Contração e dolorido sob a bochecha direita internamente. [Fz.]

Inchação dolorosa da bochecha esquerda com gengiva com abscesso -- as dores deixaram-na sem sono.

140. Na face, pápulas pruriginosas, que têm dor de ferida quando tocadas ou lavadas.

Câimbra e espasmo nos maxilares.

Dor do maxilar superior; ele está inchado, as bochechas estão vermelhas e há espetadas nelas.

No lábio inferior uma dor dilacerante que espeta numa pequena área.

No ângulo do maxilar inferior direito um furúnculo vermelho com dor que repuxa, agravada por tocar, durante oito dias.

145. Pontadas amplas, cortantes, anteriormente no queixo (após 10 hs.). [Ws.]

Inchação dolorosa dos gânglios submandibulares (após 8 hs.).

Na parte da frente do pescoço, uma mancha vermelha, um tanto elevada, com uma pápula branca no centro, não dolorosa mesmo quando tocada. [Ws.]

Os dentes parecem muito longos.

Frouxidão dos dentes.

150. Falar é desagradável para ele.

Falar é difícil para ele, porque ele perde a força para isto. [Gss.]

Fluxo de saliva dentro da boca. [Fz.]

Muco viscoso na boca.

Língua coberta com saburra amarelada (após 5 ds.). [Gn.]

155. Quando deglute, uma cortadura como com facas no esôfago. [Fz.]

Espetadas na parte superior da fauce causando secura, quando não deglute. [Fz.]

Sensação seca e pontadas na garganta na amígdala direita, que o (ele) faz tossir, e é levemente aliviada tanto ao tossir quanto ao deglutir. [Fz.]

Sob o buraco da garganta internamente, uma sensação de arranhar que raspa. [Gss.]

No anoitecer arranhadura na garganta.

160. De manhã raspagem na garganta.

Muito muco na garganta.

No anoitecer, irritação na garganta fazendo com que ele elimine muito muco ao pigarrear, seguida por dor de escoriação na garganta.

Sensação dolorosa na garganta, como se a mesma inchasse com dor de ferida, nem aumentada nem diminuída por deglutir; após eliminar muito muco ao pigarrear, a voz torna-se mais alta do que normal em agudeza, quando canta.

Na garganta uma sensação de inchaço e dores tensivas que repuxam nela, com sensação seca.

165. Gosto insípido na boca (após 5 ds.). [Gn.]

Gosto azedo e amargo na boca (os primeiros três dias).

A cerveja tem gosto de erva (após 55 hs.). [Gn.]

A cerveja tem gosto insípido e amargo-azedo.

Gosto amargo-azedo na boca.

170. O tabaco quando fumado tem gosto acre e seco.

Cheiro ruim da boca.

Ele não tem apetite e contudo a comida tem bom paladar (após 13 hs.). [Gn.]

A criança não pegará o peito da mãe que tem tomado estanho, dobra-se para trás, e não irá sugá-la novamente.

Ele tem um bom apetite quanto antes e come uma grande quantidade porque lhe agrada a comida. [Gss.]

175. Somente em uma ocasião na refeição do meio-dia, embora ela tivesse sensação vazia no estômago, ela não tinha apetite adequado; por outro lado ela mantém seu apetite e fome não diminuídos, como quando em boa saúde. [Gss.]

Grande apetite e fome; ele comeu mais do que o habitual, e não conseguia ficar satisfeito (após 7 ds.). [Gss.]

Fome aumentada (após 36 hs.). [Hrr.]

Apetite e fome aumentados (após 60 hs.). [Hrr.]

Sede aumentada (após 8 hs.). [Hrr.]

180. Enquanto come, quando ele acabou de engolir um bocado e este não está longe da entrada do estômago, aí ocorre um rosnar na barriga -- um barulho surdo peculiar, audível para ele mesmo. [Gss.]

Logo depois de uma refeição (enquanto fuma o tabaco costumeiro), soluço. [Fz.]

Soluço ocasionalmente.

Soluço freqüente (após 1 1/4, 8 hs.). [Lr.]

Eructação vazia freqüente (após 1/8 h.). [Lr.]

185. Alguma coisa adocicada sobe na garganta dele.

Eructação amarga freqüente depois de uma refeição.

Eructação do estômago com gosto insípido na boca e muita saliva. [Fz.]

Eructação azeda, no que o estômago dele se tornou áspero, ao andar ao ar livre (após 9 hs.). [Gn.]

Cedo de manhã, freqüente eructação, de início de gás hidrogênio sulfurado, então simplesmente de ar. [Gss.]

190. Muitas vezes estremecimento, como por repugnância, com uma plenitude nauseante no scrobiculus cordis (imediatamente).

Depois de comer, náusea.

Depois de ingerir alguma sopa ela sentiu mal-estar e teve que vomitar algo amargo como bile.

Sensação de náusea (e amargor) na boca. [Fz.]

Náusea e vontade de vomitar no esôfago (após 3 hs.). [Hrr.]

195. Náusea, como se ele vomitasse e tivesse que vomitar, na fauce e esôfago (após 1 h.). [Hrr.]

(Ele vomita ácido.)

Violenta ânsia de vomito e por fim vômito de comida não digerida (após 2 hs.); no anoitecer de novo ânsia de vômito, e depois disto primeiro gosto azedo, então amargo, na garganta -- no dia seguinte ânsia renovada, e de novo no terceiro dia, com grande náusea e uma sensação de estômago desarranjado e amargor.

Vômito de sangue.12 [GEISCHLAGER,13 in Hufel. Journ. d. pr. A., x, iii, p. 165]

Dor pressiva ansiosa no scrobiculus cordis, quando deitado, exatamente como se ele pudesse ter uma crise de hemorragia, por um par de horas; ela desaparecia ao pressioná-lo (após 3 ds.). [Gn.]

12 ALSTON (Mat. Med., i, p. 152) viu hematêmese curada com estanho, como por mágica. -- Hahnemann.

13 Efeito ao engolir estanho granulado. -- Hughes.

200. Pressão no estômago.14 [GEISCHLAGER, l.c.]

De manhã (antes do meio-dia) pressão no estômago.

Depois de ingerir um pouco de sopa, pressão no estômago e desconforto.

Violenta dor de estômago.

Empurrar e pressão no scrobiculus cordis. [Fz.]

205. Empurrar e pressão no scrobiculus cordis, que dói como se supurando quando tocado.15 [Fz.]

Dor tensiva dolorida no scrobiculus cordis (após 2 ds.). [Gn.]

Cortadura em torno do estômago.

Pinçar espasmódico no estômago e ao redor do umbigo, de maneira que ela estava constantemente com mal-estar, e quando isto subia em direção ao scrobiculus cordis ela ficava muito ansiosa.

Na parte anterior no abdome, imediatamente abaixo das cartilagens das últimas costelas, à esquerda perto do scrobiculus cordis, uma pressão como com um bastão de ponta cega, um tanto aliviada por pressioná-lo com a mão. [Gss.]

210. Logo depois de comer, uma picada dolorosa, longa, fina, na cartilagem ensiforme. [Gss.]

Sensação no scrobiculus cordis como por estômago desordenado. [Fz.]

Plenitude e distensão do estômago e, contudo, ao mesmo tempo fome. [Fz.]

Enquanto caminha, sensação no estômago como se inchado para cima sob a pele, com beliscadura nos intestinos. [Fz.]

Provoca transtornos no estômago e intestinos. [G. E. STAHL.,16 Mat. Med., cap. vi]

215. Queimação transitória que cruza transversalmente abaixo do diafragma. [Fz.]

Dor cortante no hipocôndrio direito, mais severa quando sentado numa posição dobrada (após 6 hs.). [Ws.]

Dor pressiva como câimbra sob as costelas curtas esquerdas, alternadamente mais fraca e mais forte (após 7 hs.). [Htn.]

Muitas pontadas severas uma depois da outra no lado direito do abdome, especialmente quando tosse e respira.

Um espetar no lado direito do abdome; depois disto, repuxos no ombro direito -- ela tem que deitar, com suor na face e mãos, durante o que um frio correu sobre ela.

220. Primeiro dor simples em ambos os lados sob as costelas curtas, então há arrancos do lado direito para o esquerdo através da barriga, como golpes obtusos -- parecia ser pior quando ela pressionava no lado direito. [Gss.]

Em ambos os lados sob as costelas verdadeiras, subitamente um sobressalto doloroso ou arrancos ajuntam. [Gss.]

Aqui e ali no abdome, arrancos dolorosos. [Gss.]

14 A pressão é descrita como insuportável. -- Hughes.

15 Este, o anterior e o seguinte, como também alguns outros sintomas, e. g. (p. ex.), 201-203, 207, 208, 217-219, 224-226, 231, 232, 234, 235, 237, 240-243, 258, 259, apontam para alguns tipos de espasmos e dores histéricas e hipocondríacas no abdome e região diafragmática, em que o estanho é útil de forma homeopática, como era sabido por ST. J. AUG. ALBRECHT (Diss. exh. medic. saturn. et jov. hist. et usum, Gott. 1772, p. 34) e GEISCHLAGER (in Hufel. Journ. d. pr. A., x, iii, p. 165). -- Hahnemann.

16 Não acessível. -- Hughes.

À esquerda, entre o scrobiculus cordis e o umbigo, dor como se os músculos fossem beliscados com dois dedos. [Gss.]

Quando ele pressiona com sua mão na região umbilical, ele sente um dor que sobe até o estômago e para ambos os lados sob as costelas.

225. No lado esquerdo sob as costelas, dor contusa.

Dolorido na região do fígado.

Pontada terebrante no lado esquerdo da parte de cima da barriga, quando caminha (após 12 hs.). [Gn.]

À direita, perto do umbigo, uma lenta pressão obtusa. [Gss.]

Durante a inspiração uma estocada como por uma faca afiada dardejava subitamente do lado esquerdo para o direito através da barriga, de modo que ela se sobressaltava assustada. [Gss.]

230. O abdome é doloroso ao toque como se supurando, ao mesmo tempo encurtamento do fôlego. [Fz.]

Freqüentes acessos de dor de barriga.

Dor que corta, que belisca, na região umbilical quase o dia todo.

Perfuração dolorosa de um lado a outro acima da região umbilical; quando ela pressionava sobre esta, sentia como se ela surgisse num lugar ferido. [Gss.]

Perfuração no abdome antes de cada esvaziamento dos intestinos.

235. Dor de barriga espasmódica abaixo e acima do umbigo, que desaparecia em uns poucos minutos ao deitar sobre uma mesa, sem eliminação de flatos.

Sensação de ferida no abdome inteiro, pior quando tocado. [Gss.]

Dor de ferida no abdome.

Com fraqueza do corpo inteiro, todos os intestinos pareciam estar num estado de languidez, com grande vazio no abdome, e contudo nenhuma fome propriamente dita -- ao começar a comer ele apreciou a comida, comeu uma grande quantidade, e se sentiu melhor depois disto. [Gss.]

Depois de uma refeição, sensação de vazio no abdome. [Hrr.]

240. Depois de comer, plenitude no abdome.

Distensão dolorosa do abdome, que é sensível de forma dolorosa ao toque externo.

Distensão flatulenta do abdome.

Deslocamento de flatulência.

Grugulejar no abdome. [Gss.]

245. Gorgolejos altos depois de qualquer refeição, somente quando deitado (após 54 hs.). [Gn.]

Ele tem muitos gorgolejos em torno do abdome. [Gss.]

Ao esticar o corpo, rosnar no abdome, como por vazio (após 2 hs.). [Lr.]

Rosnar no baixo ventre (após 2 hs.). [Hrr.]

Muita flatulência se acumula no abdome. [Fz.]

250. Um beliscar e rumor17 no estômago como se diarréia estivesse iminente. [Fz.]

Beliscadura no abdome. [Fz.]

17 N. T. Bras.: em inglês “noise”, em alemão “Rumoren”.

Beliscadura na região umbilical, como por um resfriamento. [Gss.]

Náusea no abdome com flatulência dolorosa; ao pressioná-lo ambas são aliviadas. [Gss.]

Movimentos no abdome, como pinçamento, como por flatulência deslocada (após 3/4 h.). [Lr.]

255. Sensação de pinicão no lado direito do abdome, como por um purgativo (após 3 hs.). [Lr.]

Beliscadura e dor dolorida no abdome, especialmente na região umbilical, com sensação como se ele devesse evacuar (após 2 hs.). [Hrr.]

Dor dolorida aqui e ali no baixo ventre com desejo mórbido de evacuar. [Hrr.]

Dor queimante no abdome.

Sensação queimante no baixo ventre.

260. Pressão queimante no lado direito da barriga. [Fz.]

Pressão para cima no fígado. [Fz.]

Pressão que repuxa no abdome, aqui e ali (após 1 h.). [Hrr.]

Dor tensiva no abdome, mais em direção do sacro, mais severa quando abaixa (após 5 hs.). [Gn.]

Dor cortante que cruza transversalmente o baixo ventre, como cortes com uma faca (após 60 hs.). [Hrr.]

265. Sensação cortante que repuxa no baixo ventre, bem ao lado do osso do quadril direito (após 3 1/2 hs.). [Htn.]

Uma dor que pica no baixo ventre (após 30 hs.). [Gn.]

Pontadas obtusas para dentro na região renal esquerda. [Fz.]

Dor que belisca ao abaixar, logo acima do osso ílio, como se um tendão tivesse saído do lugar18 (após 25 hs.). [Htn.]

Acima do ângulo que se projeta da pelve, nos músculos abdominais do lado direito, uma sensação de estar esticado em excesso. [Fz.]

270. Picadas na junção dos ossos do púbis, à esquerda. [Fz.]

Pressão nos gânglios inguinais com algum inchaço deles.

Picadas finas na virilha esquerda (após 48 hs.). [Ws.]

Ao abaixar, dor que espeta na virilha direita, como se ele tivesse se torcido ao saltar, o que desaparecia ao se levantar de novo (após 3 1/2 hs.). [Lr.]

Na virilha esquerda, sensação como se uma hérnia saísse. [Fz.]

275. Dor pressiva no reto (após 4 ds.). [Gn.]

Picada pruriginosa no reto (após 4 ds.). [Gn.]

Coceira ao redor do ânus, persistente (após 6 hs.). [Gn.]

No lado esquerdo do ânus um pequeno caroço, como hemorróidas, com dor de ferida somente quando tocado. [Gss.]

Retenção das fezes; a evacuação aconteceu vinte e cinco horas mais tarde que de costume. [Hnl.]

280. Evacuação seis horas mais tarde que o habitual. [Gn.]

Fezes escassas.

18 N. T. Bras.: tradução segundo o alemão (über geschnappt). Em inglês temos “jerked over”.

Constipação, por algum tempo, na mãe e em seu bebê que mama.

Fezes secas em caroços.

Fezes com muco com formato de verme.

285. Fezes escassas e esverdeadas.

As fezes estão inalteradas, embora ele tenha desejo freqüente de evacuar. [Hrr.]

Súbita vontade de evacuar, que de início é de uma natureza comum, depois pastosa, e por último, fluida e acompanhada de uma sensação como estremecimento através do corpo de cima para baixo, e um repuxar do sacro através das coxas -- quando ele vai se levantar sempre sente como se não tivesse terminado19 (após 10 min.). [Gss.]

Logo após a evacuação de novo um desejo mórbido disto. [Fz.]

Vontade ineficaz de evacuar.

290. Vontade freqüente de evacuar, quando senão pouco material fecal é eliminado, algumas vezes somente muco.

Vontade freqüente de evacuar, o que ele já havia feito duas vezes naquele dia, e quando ele de novo foi ao banheiro ele nada conseguia fazer. [Gss.]

Ela tem vontade de evacuar mais freqüente do que o habitual. [Gss.]

No anoitecer ela sentiu como se pudesse ter diarréia e teve sempre que ir evacuar, com beliscadura e movimento doloroso para lá e para cá nos intestinos, como se por um resfriamento, ao mesmo tempo ela sente alguns golpes no lado esquerdo, como por um feto em gravidez avançada, com distensão do abdome -- quando ela então foi evacuar aí ocorreu uma evacuação mais fina, e quando quis levantar ela sempre sentiu como se mais estivesse para vir; a dor de barriga permaneceu até que ela foi para a cama, quando gradualmente desapareceu. [Gss.]

Evacuação de fezes secas, de grande formato, com violentas dores cortantes (após 2 ds.). [Hnl.]

295. Evacuação de um único pedaço de fezes duras, com pressão (após 6 hs.). [Lr.]

Evacuação difícil de umas fezes muito firmes mas não duras, exatamente como se o intestino não tivesse força suficiente para expulsá-las (após 24 hs.). [Ws.]

Imediatamente após a eliminação das fezes, uma sensação no ânus como se ele estivesse escoriado e ferido, com finas picadas.

Ocasionalmente, de forma geral logo após a evacuação, mas também em outras ocasiões, uma queimação no ânus.

Depois da evacuação, dor queimante na região do fígado.

300. Depois da evacuação, pressão obtusa no reto.

Depois da evacuação, eliminação de muco.

Fezes firmes, que pareciam para ele serem escorregadias mas não eram. [Fz.]

De manhã (antes do meio-dia) uma evacuação mole, de tarde uma fluida (após 3 ds.). [Gn.]

Dor corrosiva que rói em torno do ânus, quando anda e senta.

19 Em alguém que era normalmente constipado. -- Hahnemann.

305. Desejo freqüente de urinar; toda noite ele deve levantar do sono para urinar; isto perdurou três dias, então, junto com quantidade diminuída de urina, aí ocorreu também mais leve e mais rara vontade de urinar do que quando em sua saúde normal. [Lr.]

Retenção de urina.

Ele não tem desejo de urinar -- uma plenitude no abdome sozinha dá uma insinuação de sua necessidade de fazê-lo -- e quando ele então urina, esta é muito escassa e de um odor muito ruim; ele consegue urinar muito raramente, mas tudo isto sem dor.

Pressão dolorosa no colo da bexiga e ao longo da urina depois de urinar; ele sempre sentia como se alguma urina estivesse para sair, e quando umas poucas gotas de fato saem, a pressão fica ainda pior por dez minutos (após 25 hs.). [Htn.]

Queimação na uretra anteriormente, especialmente quando urina; ele tinha desejo de urinar a cada minuto, e urinava de forma copiosa.

310. (Esfoladura da extremidade da uretra.)

Uma vesícula na borda do orifício da uretra.

Dor queimante na glande do pênis e imediatamente depois, desejo mórbido de urinar (após 5 1/2 hs.). [Gn.]

Pontada queimante na glande do pênis (após 26 hs.). [Gn.]

Sensação como picada de agulha na glande do pênis (após 1 h.). [Gn.]

315. Rigidez do pênis, imediatamente -- nos dias seguintes ele não tinha ereções de modo algum.

Arrancos no pênis para a parte de trás, quase como se o sêmen fosse ejaculado.

Queimação nos genitais internos, uma espécie de forte vontade de emissão seminal (após 24 hs.).

Sensação intolerável de desejo sexual nos genitais e no corpo inteiro, chegando até emissão seminal (após 40 hs.).

Emissão seminal sem sonhos lascivos. [Lr. -- Gn.]

320. (Prolapso da vagina torna a evacuação fecal dura muito difícil.)

No baixo ventre, pressão, como a menstruação estivesse vindo, agravada por pressioná-lo. [Gss.]

A menstruação vem de maneira mais profusa que o habitual (12o d.). [Gss.]

Uma semana antes da menstruação, uma ansiedade e melancolia indescritíveis, que cessam quando o fluxo é estabelecido.

Antes do catamênio, dor no processo zigomático quando tocado, mas durante o fluxo menstrual uma dor no processo zigomático como por um golpe, ao simplesmente mover os músculos faciais.

325. Leucorréia de muco transparente da vagina.

O corrimento vaginal (leucorréia) cessa.20

  • * *

20 Ação secundária curativa da força vital. -- Hahnemann.

Freqüentes espirros sem coriza (após 3/4 h.). [Lr.]

Severa coriza carregada -- ele somente consegue ter ar através da narina direita. [Gss.]

A narina esquerda é impermeável ao ar e está externamente inchada, vermelha, e dolorosa ao toque.

330. Ao meio-dia quando assoa o nariz, este fica totalmente livre e ele consegue inspirar sem impedimento (após 4 ds.). [Gss.]

Coriza severa (após 4 ds.).

Aspereza na laringe.

Quando tentava cantar, ela tinha que desistir a todo instante e respirar profundamente por causa de exaustão e extremo vazio no peito, e ela imediatamente ficava rouca -- um par de fracos impulsos de tosse removia a rouquidão, mas somente por instantes. [Gss.]

Ocasionalmente uma tosse entrecortada como por fraqueza do peito, sem qualquer outra irritação para tosse e sem expectoração -- a traquéia parece totalmente livre de muco -- com um som rouco, muito fraco, porque ele estava deficiente em força no peito. [Gss.]

335. De manhã (antes do meio-dia), catarro na traquéia, o qual é expectorado por leves impulsos de tosse, com uma fraqueza incomum do peito como se ele estivesse eviscerado, e com grande exaustão no corpo inteiro e membros, no que uma sensação fraca se espalha para cima e para baixo -- esta expectoração retornou em muitas manhãs sucessivas. [Gss.]

Ele sente o peito cheio de catarro -- um estertor perceptível, sobretudo internamente, e observado quando respira. [Fz.]

Irritação para tosse na traquéia quando toma um fôlego, como por catarro e, contudo, a tosse excitada nem era acompanhada de catarro nem era seca -- não tão perceptível quando caminha como quando sentado dobrado para frente. [Fz.]

Tosse curta com impulso triplo. [Fz.]

Constante irritação no peito para tossir como por muito catarro -- sensação interna de arquejo e ressono (após 24 hs.). [Fz.]

340. Constante contração da traquéia, que estimula tossir. [Fz.]

Tosse com comichão, como por uma esfoladura bem abaixo na traquéia; havia um raspar para cima até a garganta.

Tosse que raspa, no começo solta, com expectoração esverdeada de um gosto adocicado repugnante, pior antes de deitar, no anoitecer (22:00 hs.); ao mesmo tempo voz rouca; depois de cada vez que ele tosse, uma sensação como de esfoladura na traquéia e tórax; a irritação para a tosse é na parte de baixo da traquéia, na parte superior do esterno (após 5 ds.).

Expectoração amarela da traquéia de um gosto sórdido.

Expectoração com gosto de sal.

345. Antes da meia-noite muita irritação para a tosse com escassa expectoração -- por muitas noites.

Tosse violenta, que sacode, profunda.

Impulsos de tosse fatigantes, levando a região do scrobiculus cordis a ficar muito dolorosa como se contundida.

Opressão do peito como se ele estivesse internamente contraído, o que levou a inspiração a se tornar aparentemente muito seca. [Fz.]21

Aperto pressivo no lado esquerdo do peito, quando sentado, aumentado pela inspiração (após 3 hs.). [Htn.]

350. Pressão profunda interna no peito como por um peso colocado sobre ele. [Fz.]

Aperto do peito: ao se mover senão pouco, ele imediatamente perde seu fôlego. [Hrr.]

Quando sobe escadas e faz outros leves movimentos, falta de fôlego. [Hrr.]

No anoitecer ele é acometido por um severo aperto do peito, respiração difícil (dispnéia), e ansiedade terrível (após 60 hs.).

Aperto do peito: ele deve desabotoar suas roupas -- elas parecem muito apertadas -- a fim de ser capaz de respirar adequadamente. [Hrr.]

355. Constrição do peito, no anoitecer, com ansiedade.

Opressão incômoda na parte superior do peito -- ele amiúde necessita respirar profundamente, ao mesmo tempo uma sensação de grande vazio no scrobiculus cordis. [Gss.]

No anoitecer ansiedade; a respiração se torna mais curta e ele necessita respirar rapidamente por um longo tempo, até que consiga uma única inspiração muito profunda, como quando boceja -- então a ansiedade e respiração curta se vão.

Opressão no peito: alguma coisa sobe até a garganta e pára a respiração. [Gss.]

Ao respirar profundamente ela tem uma sensação de agradável leveza, o que, entretanto, não dura mais tempo que a respiração. [Gss.]

360. Quando em repouso ele algumas vezes experimenta uma sensação de peito alargado -- exatamente como se o peito expandisse -- e, contudo, ao mesmo tempo há um sensação peculiar de ansiedade como por palpitação do coração. [Gss.]

A respiração dele é curta, e, embora não lhe falte ar, trabalhosa, pela fraqueza dos órgãos respiratórios, com grande vazio do peito. [Gss.]

Pontada tensiva no esterno persistente durante inspiração e expiração (após 3 ds.). [Gn.]

Pontada tensiva no lado esquerdo do peito, persistente durante inspiração e expiração, pior quando se abaixa (após 4 hs.). [Gn.]

Pontada tensiva no lado direito do peito, que quase tirou o fôlego dele (após 1 1/2 h.). [Gn.]

365. Enquanto respira, pontadas no peito e articulação do ombro.

Violentas pontadas no peito e lado, desde a manhã até o meio-dia, que o embaraçava ao respirar -- muitas manhãs (antes do meio-dia); de tarde, distensão do abdome.

Tensão e pressão sobre a parte superior do peito, de manhã, ao levantar da cama.

21 N. T. Bras.: tradução literal do texto em alemão.

Dor contrátil do peito sob o braço direito, que espeta quando movimenta.

No lado esquerdo do peito, uma mão de largura abaixo da axila, subitamente uma longa pontada, fazendo com que ele se sobressalte. [Gss.]

370. No lado esquerdo do peito, repentinamente, agudas estocadas de faca. [Gss.]

Agulhadas agudas penetrantes na clavícula. [Gss.]

Pontadas cortantes, não rá