MATERIA MEDICA - CLARKE (PORTUGUÊS)
VERBASCUM
REINO: VEGETAL - MIASMA: TUBERCULINICO
Introdução
Verbascum thapsus.
Grande Mullein. NÃO. Scrophulariaceae. Tintura da planta fresca no começo da florescência.
("Óleo de Mullein" é preparado colocando as flores amarelas esmagadas em uma garrafa, que é arrolhada e deixada no sol (Cushing), ou embebendo as flores em óleo e mantendo-as em um lugar quente até que o óleo as absorva. ).
Generalidades
Indolência geral e disposição para dormir, depois de levantar de manhã.
Alongamento e bocejo freqüente.
Hemorróidas, afecções da região interna do umbigo, obstrução da induração das fezes.
Darting dores nas partes internas, falta de transpiração.
> Ao levantar-se de uma postura sentada.
Dores de picadas nos membros.
Sensação de entonação com quase toda a dor.
Tearings, às vezes lancinante, em diferentes partes (indo para baixo).
Cambaleando ao caminhar.
Características
"As folhas grossas de lã de V. thapsus, o Mullein Grande, têm um sabor mucilaginoso e amargo, e uma decocção delas é empregada na prática doméstica em catarros e diarréia.
Eles também são usados como aplicações emolientes para tumores duros e em queixas pulmonares em bovinos, portanto, um de seus nomes populares é o Wort de Pulmão de Bullock. É também chamado de flanela de Adão, de suas folhas de flanela "(Tesouro de Bot).
Hahnemann provou Verbascum, e sua prova confirma muitos dos usos antigos.
Produzia dores nevrálgicas de grande intensidade, pressionando e lancinando, e especialmente nos ossos faciais, umbigo e membros, e uma tosse peculiar.
"Tosse, profunda, oca, rouca, soa como uma trombeta", é a descrição de Nash.
Ele curou muitos casos e sempre usou baixo.
É mais especialmente uma tosse noturna.
Ocorre em crianças durante o sono.
Alguns anos atrás, Mullein foi trazido para a frente como um popular popular para phthisis, as folhas sendo cozidas em leite, que foi então coado e aquecido.
Entre seus usos tradicionais, Gerarde o menciona como um remédio para hemorróidas, e eu não conheço uma aplicação melhor para hemorróidas ou prurido ani mal que um unguento feito da tintura na proporção de 3i para o 3i de unguento de Cetaceum. Eu geralmente direciono para ser aplicado na hora de dormir.
Gerarde diz que o óleo das flores amarelas também é curativo nas pilhas.
As flores contêm "um óleo volátil amarelo, e ácidos graxos, ácidos málico e fosfórico livres, e seus sais de cal, um material de coloração resinoso amarelo e os constituintes gerais da planta, incluindo um açúcar não-cristalizável" (Millspaugh).
Cushing preparou das flores um "óleo" (1) colocando as flores em uma garrafa e colocando a garrafa ao sol, e depois (2) por expressão.
Este "Óleo de Mullein" encontrou muitos usos, e especialmente para incutir nos ouvidos em casos de surdez, ou dor de ouvido, em casos de enurese nocturna (Cushing teve um bom sucesso com o 3x) e dolorosa micção.
As provas revelaram alguns sintomas muito marcantes nos ouvidos, especialmente na orelha esquerda (o verbo é predominantemente do lado esquerdo).
W.B. McCoy (Hom. News, xxviii. 36) dá várias ilustrações.
Segundo ele Verb. (isto é, o "óleo") tem um "efeito calmante sobre todo o sistema nervoso, em muitos casos atuando como um soporífero". No verão diarréia ele dá 1-4 gotas em duas onças de água morna, uma colher de chá a cada hora.
Em enurese ou drible de doses de uma gota de urina em água morna três ou quatro vezes por dia.
Entre seus casos, estavam os de dois meninos que se tornaram surdos por molhar as orelhas quando nadavam.
Eles foram curados por ter três gotas do óleo instiladas "em cada ouvido alternadamente noite e manhã". O.S. Leis curavam um jovem, de 16 anos, de enurese com quinze gotas dos óleos três vezes ao dia (NY Times Med., Xxiv. 318).
O óleo age claramente sobre as indicações da prova e pode ser considerado como uma preparação alternativa à tintura oficial.
Pode ser chamado Verbasci oleum. E.E. Relato de caso de neuralgia curada por Verb. (Med. Adv., Citado A. H., xxvii. 234): Uma viúva de 36 anos, de cabelos negros, estava há muito tempo sobrecarregada, costurando e sua vida tornada miserável pela neuralgia.
Os sintomas foram: lacrimejamento, dor na costura acima da orelha esquerda, para baixo e para dentro, ouvido externo adormecido, dificuldade de ouvir o lado esquerdo, pressão forte no vértice.
Calafrios correm para trás e do lado esquerdo com a dor.
Irritável e desalentado.
Verbo. 1M um pó tomado em quatro doses em intervalos de três horas, curado.
Entre as sensações são: Como se tudo iria pressionar na testa.
Como se o maxilar esquerdo do maxilar estivesse pressionado contra o maxilar superior.
Como se os templos fossem comprimidos e esmagados.
Como se as orelhas estivessem paradas.
Como se o nariz e a laringe estivessem parados.
Como se algo tivesse caído antes do ouvido.
Como se alguém estivesse pressionando violentamente o osso malar esquerdo.
A partir de um esmagamento com pinças.
Pressão a partir de uma pedra no umbigo.
A partir de agulhas da região umbilical para trás.
Como se os intestinos estivessem aderidos à parede do abdome e estivessem sendo arrancados.
A partir de uma torção ao redor do umbigo.
Como se um peso estivesse pendurado nas extremidades inferiores.
Como se a água fria fosse derramada do lado do corpo, do ombro até a coxa.
"A água salgada se acumula na boca" é um sintoma orientador.
Os sintomas são piores Pelo toque, pela pressão.
O descanso causa a aderência nos ossos metatarsais esquerdos.
Deitada provoca tensão no peito, pontos na região do coração.
Sentado provoca dores, sentando-se melhor.
Movimento melhor algumas dores, pior prosopalgia.
Inclinando-se pior (melhor pressão na testa).
Andando pior.
<Noite, sem dormir após as 4 da manhã pior Ar, exposição ao frio, mudança de frio para quente e vice-versa.
Os ataques aparecem às 9 da manhã, atingem a sua altura ao meio-dia, diminuem gradualmente até aos 4.
Muitas dores são intermitentes.
Clínico
Ânus, coceira de.
Cólica.
Prisão de ventre.
Tosse.
Surdez.
Enurese.
Hemorróidas.
Neuralgia.
Prosopalgia
Urina, incontinência de.
Mente
Apatia.
Morosidade, mau humor e irascibilidade.
Alegria excessiva, com risadas.
Excitação mental, com imagens voluptuosas.
Fraqueza da memória.
Distração.
Um grande concurso de idéias e vivacidade da imaginação.
Cabeça
Embotamento e confusão na cabeça.
Vertigem: ao pressionar uma bochecha (esquerda) enquanto apoia a cabeça, repentinamente, a partir da pressão na cabeça inteira.
Dor de cabeça, com um forçando para fora na testa.
Dor de cabeça premente, estupefaciente, principalmente na testa, ou semilateral, e principalmente ao passar de uma temperatura quente para uma fria (e vice-versa).
Peso da cabeça, com dor surda.
Beliscar nos templos.
Pontos profundos e estupefacientes no cérebro (pressionando, ponto lento de trás para frente através do hemisfério esquerdo do cérebro).
Estupendo atirando em templos (na têmpora direita ao comer, pior da pressão, estendendo-se para os dentes superiores do lado direito).
Ressonância na cabeça, ao caminhar.
Olhos
Dores nos olhos, a partir da contração das órbitas, com ardor nos olhos.
Vista confusa, como se dirigida através de um véu.
Orelhas
Rasgando nos ouvidos, às vezes ao comer, com lancinações.
Sensação como se o ouvido fosse atraído para dentro.
Surdez como da paralisação da orelha.
Sensação de uma interrupção de orelhas (primeiro 1eft, então certo, também de nariz e laringe) lendo em voz alta, ouvindo não afetado.
Dormência na orelha esquerda.
Óleo de Mullein (Verb ol.) Alivia a dor de ouvido de uma só vez.
Verbo. Diz-se que encontra muitos casos de surdez (R.T.C.).
Nariz
Sensação de paralisação da laringe e orelhas.
Coriza profusa dos seios frontais, com lacrimejamento quente, ardente e abundante.
Boca
Acúmulo abundante de saliva de sal na boca.
Raiz de língua marrom, sem gosto ruim, de manhã e durante a manhã.
Língua de cor amarronzada, carregada de muco viscoso de manhã e depois do jantar.
Garganta
Dor muito severa na garganta ao engolir.
Estômago
Regurgitação do soro insípido.
Vazios, ou então amargos, com náusea.
Soluço freqüente.
Dor de estômago.
Sensação de vazio na boca do estômago, que desaparece com um ronco abaixo das costelas esquerdas.
Apetite
Gosto Makkish, com respiração fétida.
Fome, sem gosto por comida.
Sede insaciável.
Abdômen
Estacas e tiroteios no hipocôndrio esquerdo.
Borbulhando e roncando sob as costelas esquerdas.
Inflação do abdômen, pressão violenta e dolorosa no umbigo, como por uma pedra, pior dobrando-se em dobro.
Constrição espasmódica do hipogástrio, em direção à região umbilical.
Dores no abdômen, que se estendem profundamente para baixo, com vontade de evacuar e contração espasmódica do ânus.
Pinças e grilhões no abdômen.
Atiramentos no abdômen, principalmente na região umbilical, às vezes lacrimejando e tendendo para baixo.
Sensação como se os intestinos tivessem aderido à região umbilical e tivessem sido arrancados.
Fezes
Dores terríveis, dores, muita dor, como se tivessem sido perfuradas por uma articulação dentro da articulação do tornozelo esquerdo, dor nas maçãs do rosto e sob as sobrancelhas, a menstruação começou cedo, e ela tossiu bastante.
Suprimido evacuação.
As fezes duras, como esterco de ovelhas, e expelidas com esforço.
(Prurido ani.)
Órgãos urinários
Freqüente quer urinar, com emissão profusa (depois escasso).
Enuresis nocturna, (obstinada, l com emissões seminais.
Cushing).
Genitália masculina
Poluições sem sonhos lascivos.
Órgãos respiratórios
Sensação de obstrução na laringe e nariz, com rouquidão ao ler em voz alta, voz profunda.
Catarro, com rouquidão e peito empalhado.
Tosse especialmente à noite e à noite, quando dorme, geralmente áspera e seca, ou oca e sem brilho.
Tosse seca e rouca pior à noite.
Ataques freqüentes de tosse rouca, profunda e oca, com som como uma trombeta, causada por cócegas na laringe e no peito.
A tosse é diminuída assim que o paciente consegue respirar.
Peito
Tiroteio no peito, às vezes com opressão e respiração obstruída.
Tensão no peito, com lancinações na região do coração, à noite, depois de deitado.
Pontos no peito.
Nodosidade vermelha perto da cartilagem xifóide, dolorosa quando pressionada.
Costas e pescoço
Lancinações nas costas e nas omoplatas.
Pontos pontiagudos intermitentes na escápula esquerda.
Ponto persistente fino na última vértebra dorsal.
Entre o lombo direito e a espinha profunda, os pontos de faca são bastante intensos nos intestinos.
Dor nas costas pior da pressão.
Extremidades
Costura nos membros.
Membros superiores
Rasgando a dor no ombro, nas costas da mão e no cotovelo.
Pressão espasmódica no antebraço, mão e polegar.
Rasgando tiroteios na mão e nos dedos.
Dor intensa no pulso.
Dor violenta na articulação da mão.
Pontos como uma entorse (ou paralisia), onde o osso carpal do polegar se articula com o raio.
Dor paralítica nas articulações dos dedos.
Membros inferiores
Peso excessivo e cansaço nas pernas e pés.
especialmente quando subindo escadas.
Dor tipo cãibra nos músculos da coxa direita, enquanto caminha ao ar livre.
Pressão espasmódica nas coxas, pernas e solas.
Pressão tipo cólica na sola ou no pé direito, em pé, desaparece ao andar.
Tremor de joelhos.
Branqueamento sem brilho na patela, ossos dos pés e dedos dos pés.
Violent, intermitente, enfadonha aderência nos ossos metatarsos dos grandes e adjacentes dedos do pé esquerdo durante o descanso.
Rasgando as pernas.
Dormir
Disposição forte para dormir depois de uma refeição.
Sono perturbado, à noite, com o lançamento.
Curto sono à noite, durando apenas até as 4 horas da manhã, com sonhos ansiosos e assustadores de guerras e cadáveres.
Febre
Frieza interna de corpo inteiro, de mãos e pés, perceptível também externamente.
Estremecendo, especialmente de um lado do corpo, como se estivesse banhado em água fria.
Relacionamentos
Compare: Na neuralgia, Plat. (pressão), Stan. (aumentando e diminuindo gradualmente).
Tosse profunda, Coral., Dros., Spo., Sul. Fezes de esterco de ovelha, Mg. mur. Tosse de cócegas no peito, Ver.
Cara
Neuralgia facial (especialmente causada e pior por uma mudança de temperatura), geralmente com dores estupefacientes, pressivas ou tensivas, principalmente nas bochechas e início da articulação maxilar, pior apertando os dentes e por pressão externa.
Pressão violenta no osso malar esquerdo e no zigoma.
Pontos no arco zigomático esquerdo.
Atirações nas bochechas, com pressão monótona.
Tensão violenta em tegumentos de queixo, masseters e garganta.
Dor de dente, com dor nos molares.
Beliscar pressionando a dor no lado inferior da mandíbula.
MATERIA MEDICA - Pura Hahnemann (português)
VERBASCUM1
(Verbasco)
(O suco fresco espremido da Verbascum thapsus no início da florescência, misturado com partes iguais de álcool.)
Quem acreditaria que a escola médica, como ela tem até aqui existido, em lugar de se esforçar de maneira séria para determinar experimentalmente quais poderes dinâmicos genuínos, peculiares, esta planta manifesta na saúde de seres humanos, estava contente de atribuir à ela de forma conjectural (falsamente) um poder medicinal demulcente, resolvente e laxativo, a partir do odor nauseante de suas flores quando esmagadas com os dedos, e a partir do aspecto limoso do seu suco, e empregá-la cegamente, em combinação com outras ervas cujas qualidades medicinais eram igualmente desconhecidas, para tais objetivos conjecturais, na forma de gargarejos, cataplasmas e clisteres ?
Os seguintes sintomas puros e estados mórbidos que têm sido produzidos por esta planta em pessoas hígidas, mostrarão quão errado estava o mundo médico em sua frívola conjectura, e, por outro lado, para quais objetivos curativos verdadeiros ela pode ser empregada com resultado seguro em estados mórbidos naturais que correspondem em similaridade com os sintomas característicos produzidos por ela.
Uma pequena porção de uma gota do suco acima é uma dose suficiente para propósitos homeopáticos.
[HAHNEMANN foi assistido nesta experimentação por GROSS, HARTMANN, LANGHAMMER, MOSSDORF.
Nenhumas autoridades da velha escola são citadas.
A 1a edição tem 175 sintomas, dois a menos aparecem nesta 2a edição.]
VERBASCUM
Crises de tontura quando a cabeça é sustentada pela pressão na bochecha esquerda. [Gss.]
Tontura súbita, como por uma pressão no meio, na cabeça inteira. [Gss.]
Confusão da cabeça (após 5 hs.). [Mss.]
Memória diminuída, custa para ele um grande esforço relembrar as idéias que ele havia tido pouco tempo antes (após 4 hs.). [Mss.]
5. Ele está estúpido e aturdido na cabeça, como se tudo saísse na fronte.
Violenta pressão na fronte inteira. [Gss.]
Violenta mas transitória dor que pressiona para fora, na metade direita inteira do cérebro, a qual gradualmente diminui (após 4 hs.). [Htn.]
1 Do vol. VI, 2a edição, 1827. -- Hughes.
Persistente pressão para fora na fronte, especialmente entre as sobrancelhas (após 3 hs.). [Htn.]
Violenta dor pressiva para fora na fronte, a qual é removida ao abaixar (após 2 1/2 hs.). [Htn.]
10. Pressão que contrai espasmodicamente na metade esquerda do cérebro (após 5 hs.). [Mss.]
Violenta, estupefaciente, profunda pressão na protuberância frontal direita, ao vir do frio para dentro do quente. [Gss.]
Pressão estupefaciente no lado esquerdo inteiro da cabeça e face (bochecha). [Gss.]
Dor dolorida estupefaciente na cabeça, que afetava particularmente ambos os lados da fronte, em qualquer posição (após 1/2 h.). [Lr.]
Violenta pressão para dentro no lado esquerdo do osso frontal, como uma estupefação. [Gss.]
15. Dor dolorida estupefaciente, mais externa, especialmente na fronte, em todas as posições (após 3/4 h.). [Lr.]
Severa pressão no lado direito da protuberância occipital (após 4 1/2 hs.). [Htn.]
Dor pressiva no occipício (após 1/8 h.).
Uma pontada no lado esquerdo do occipício (após 1 1/2 h.).
Pressão dilacerante na metade direita do cérebro (após 4 hs.). [Htn.]
20. Dor mais pressiva que dilacerante acima da órbita ocular esquerda (após 2 1/4 h.). [Htn.]
Uma pressão intermitente e fino latejo perto da protuberância frontal esquerda. [Gss.]
Um lento martelar na protuberância frontal esquerda (imediatamente). [Gss.]
Na têmpora direita uma dor dolorida (imediatamente).
Pressão na têmpora esquerda de trás para frente.
25. Sensação como se ambas as têmporas fossem pinçadas juntas com fórceps. [Gss.]
Espetadas violentas, intermitentes, profundas, atrás à esquerda da protuberância parietal. [Gss.]
Pontada violenta, lentamente aparecendo e lentamente declinando, na protuberância frontal esquerda, indo para cima (após 2 hs.). [Htn.]
Picadas no seio frontal esquerdo (após 5 hs.). [Mss.]
Um espetar estupefaciente, profundamente penetrante, na têmpora direita, enquanto come, aumentado pela pressão externa; se irradia como uma dilaceração para dentro dos dentes superiores daquele lado, depois de algumas horas. [Gss.]
30. Dor dolorida no topo da cabeça.
Pontada pressiva, longa, que puxa , através da metade esquerda do cérebro, de trás para frente (após 2 hs.). [Htn.]
Logo acima da têmpora direita, apunhaladas de faca agudas, estupefacientes. [Gss.]
Pontadas profundas, agudas, intermitentes, entre a protuberância frontal esquerda e a protuberância parietal. [Gss.]
Agulhadas finas intermitentes no lado direito da fronte (após 1 3/4 h.). [Lr.]
35. Repuxos estupefacientes na protuberância frontal esquerda, numa corrente de ar (após 72 hs.). [Gss.]
Queimação e picadas na têmpora esquerda (após 8 min.). [Gss.]
Quando caminha, um tinido na cabeça (após 4 1/2 hs.). [Mss.]
Tensão no lado esquerdo do vértex, a qual gradualmente se torna uma pressão aguda, durante o que o ramo esquerdo do maxilar inferior parece pressionado contra o maxilar superior. [Gss.]
Fasciculação que espeta, externamente, primeiro na têmpora esquerda (após 1 h.), então na direita, externamente. [Mss.]
40. Peso doloroso, que atordoa, na cabeça (após 3/4 h.).
Calor nos olhos e sensação de contração das órbitas (após 1/2 h.).
Pupilas dilatadas (após 7 1/2 hs.). [Lr.]
Um míope ficou ainda mais míope (visão ofuscada ?); ele mal conseguia reconhecer objetos a um côvado2 de distância, por causa da falta de clareza diáfana e aquosa da visão; os objetos, enquanto ficavam indistintos, pareciam estar aumentados, e a luz do dia geralmente parecia estar diminuída, embora este não fosse o caso (após 8 1/2 hs.). [Lr.]
Violenta pressão no processo zigomático direito (após 36 hs.). [Gss.]
45. Sensação de espetadas obtusas pressivas no arco zigomático esquerdo (após 2 1/2 hs.). [Htn.]
Pressão intermitente, estupefaciente, na borda superior do processo zigomático. [Gss.]
Um espetar intermitente assustador no processo zigomático esquerdo. [Gss.]
Tensão no processo zigomático esquerdo, na projeção articular do osso temporal, e na protuberância frontal, quando exposto ao ar e quando numa corrente de ar. [Gss.]
Pressão obtusa na projeção articular do osso temporal, dolorosamente aumentada ao morder os dentes. [Gss.]
50. A bochecha inteira toma parte na pressão obtusa na articulação maxilar esquerda, e a pressão se torna uma tensão estupefaciente. [Gss.]
Sensação como se o processo zigomático esquerdo até o ouvido fosse violentamente pressionado, agravada pela pressão da mão, freqüentemente durante o dia, no anoitecer antes de adormecer, e de manhã ao acordar. [Gss.]
Sensação como se ambas as projeções articulares do osso temporal fossem forçosamente fixadas por um par de fórceps e pinçadas juntas. [Gss.]
Pressão obtusa na projeção articular do osso temporal bem em frente do ouvido esquerdo. [Gss.]
Espetadas dilacerantes para baixo na frente do ouvido esquerdo (imediatamente).
55. Pressão rapidamente aparecendo, vindo com um severa pontada atrás do ouvido direito, o que gradualmente desapareceu (após 3/4 h.). [Htn.]
2 N. T. Bras.: em inglês “yard”, em alemão “Elle”. Segundo o D. A. E. côvado significa antiga unidade de medida de comprimento equivalente a três palmos, ou seja, 0, 66 m; cúbito.
Uma pontada dilacerante no ouvido esquerdo (enquanto come) (após 2 hs.).
Dilaceração violenta no interior do ouvido direito. [Gss.]
Dilaceração dolorosa e repuxos para dentro no ouvido esquerdo. [Gss.]
Sensação como se o ouvido esquerdo fosse puxado para dentro. [Gss.]
60. Sensação como se alguma coisa tivesse caído diante dos ouvidos, primeiro do ouvido esquerdo depois do direito. [Gss.]
Ele está como se surdo no ouvido esquerdo. [Gss.]
Ao ler alto, sensação como se o nariz estivesse tapado, quiçá a laringe e os ouvidos, o que, entretanto, não interferia com a audição (após 8 hs.). [Lr.]
Na frente do ouvido direito, na bochecha, uma pápula, a qual apresenta dor que espeta quando tocada (após 24 hs.).
Uma dor pressiva que aperta no lado direito do maxilar inferior (após 1/2 h.). [Htn.]
65. Grande tensão nos tegumentos do queixo, dos músculos massetéricos e do pescoço, durante o que, entretanto, os maxilares podem ser prontamente movimentados (após 10 min.). [Gss.]
No pescoço, perto da cartilagem tireóide, um grande nódulo vermelho, o qual é doloroso quando pressionado, por dois ou três dias (após 2 ds.).
Dilaceração nos grandes molares inferiores direitos. [Gss.]
Dilaceração intermitente nos pequenos molares inferiores esquerdos. [Gss.]
Língua amarelo-amarronzada, coberta com limo viscoso, sem gosto ruim, imediatamente depois da refeição do meio-dia. [Gss.]
70. De manhã ao levantar e antes do meio-dia a base da língua está marrom, sem gosto ruim na boca. [Gss.]
Base da língua marrom, com gosto insosso, repugnante, de manhã (antes do meio-dia). [Gss.]
Gosto insosso algum tempo após uma refeição. [Gss.]
Gosto insosso, com cheiro desagradável do hálito, e língua com saburra amarelo-amarronzada, de manhã (após 96 hs.). [Gss.]
(Água salgada se acumula na boca dele.)
75. Eructação vazia (imediatamente). [Lr.]
Muita eructação vazia.
Regurgitação de um fluido sem gosto (após 5 min.). [Htn.]
Eructação amarga nauseante (imediatamente). [Mss.]
Soluço (após 1/2 h.).
80. Soluço freqüente (após 2 1/4 hs.). [Lr.]
O dia todo fome sem apetite; ele não aprecia nada e, contudo, tem vontade de comer. [Gss.]
Agulhadas cegas, intermitentes, à esquerda perto da cartilagem ensiforme. [Gss.]
À esquerda perto da cartilagem ensiforme, sob as últimas costelas, uma cortadura intermitente, entorpecente, assustadora. [Gss.]
85. No lado esquerdo, onde as costelas terminam, uma profunda pontada aguda, tão violenta que faz com que ele se sobressalte. [Gss.]
Na região abaixo das costelas direitas (hipocôndrio) um beliscar que espeta (após 1/2 h.). [Htn.]
No scrobiculus cordis sensação de grande vazio, o que desaparecia com um rosnar sob as costelas esquerdas. [Htn.]
Umas pontadas dilacerantes que descem no abdome.
Distensão flatulenta do abdome, e depois disto rosnar repetido sob as costelas esquerdas, o que muitas vezes causava uma eructação ruidosa violenta (após 4 hs.). [Htn.]
90. Constante rosnar e grugulejar sob as costelas esquerdas (após 5 hs.). [Htn.]
Grugulejar no baixo ventre (após 1/4 h.). [Gss.]
Pontadas intermitentes, agudas, à esquerda acima do umbigo. [Gss.]
À direita perto do umbigo, agulhadas cegas intermitentes. [Gss.]
Pontadas obtusas, intermitentes, à esquerda sob o umbigo, aumentadas ao dobrar o corpo para frente, depois de uma refeição (após 3 hs.). [Gss.]
95. Quando inspira profundamente e inclina para frente, picadas, como por muitas agulhas, na região umbilical inteira para trás ao redor, e também nas vértebras dorsais. [Gss.]
Apunhaladas de faca dolorosas, profundas, à direita no baixo ventre, acima do osso púbis. [Gss.]
Beliscadura no abdome, como por flatulência deslocada; em qualquer posição (após 1 3/4 h.). [Lr.]
Uma beliscadura cortante no abdome inteiro, com eructações repetidas. [Htn.]
Dor cortante que belisca no abdome, algumas vezes em um lugar, algumas vezes em outro, mas sempre subindo em direção às costelas, onde se fixa (após 3 hs.). [Htn.]
100. A dor na barriga, que se irradia profundamente para baixo, causa uma contração espasmódica do esfíncter anal e uma vontade passageiro de evacuar. [Htn.]
Pressão dura dolorosa, como por uma pedra, no umbigo, agravada ao dobrar o corpo para frente. [Gss.]
Sensação como se os intestinos perto do umbigo estivessem aderidos ao peritônio e fossem forçosamente puxado para fora, o que era aumentado pela pressão externa. [Gss.]
Constrição do abdome na região umbilical em diferentes ocasiões. [Gss.]
Nenhuma evacuação no primeiro dia. [Mss.]
105. Pouca eliminação de fezes em pedaços pequenos, duros, como excremento de carneiro, com pressão (após 15 hs.). [Lr.]
Uma evacuação mole, com desejo mórbido (após 3 hs.).
Vontade freqüente de urinar; e urina saiu em maior quantidade (após 2 hs.).
Ele necessita urinar muito freqüentemente e de forma muito copiosa (após 1/2 h.), mas depois de trinta e seis horas urina incomumente pouca é eliminada. [Htn.]
Desejo mórbido freqüente de urinar, com escassa eliminação de urina (após 7 hs.). [Lr.]
110. Emissões seminais noturnas.
Emissão seminal noturna, sem sonhos lascivos. [Lr.]
- * *
Rouquidão quando lê alto. [Lr.]
Pressão aguda bem sob o mamilo esquerdo. [Gss.]
Sob o mamilo esquerdo, muitas vezes uma pontada violenta, durante a inspiração, o que desaparecia lentamente, no que uma outra inspiração profunda era provocada (após 4 hs.). [Htn.]
115. Imediatamente depois de deitar na cama, no anoitecer, uma tensão dolorosa sobre o peito, com pontadas na região do coração.
Dor dolorida que espeta na penúltima costela falsa, onde ela vira cartilagem, a qual rapidamente desaparece pela pressão de fora, mas também retorna imediatamente. [Htn.]
Na região da primeira e segunda costelas costais uma pontada estupefaciente, opressiva, que tira o fôlego (após 5 min.). [Gss.]
Uma picada muito fina persistente na última vértebra dorsal, quando sentado numa postura curvada (após 1/2 h.). [Htn.]
No meio entre o flanco direito e a coluna espinal, apunhaladas de faca intermitentes, profundas, agudas, bem no interior dos intestinos. [Gss.]
120. Pontadas agudas, intermitentes, na escápula esquerda. [Gss.]
No topo do ombro direito uma dor mais pressiva que dilacerante, que desaparece pelo movimento (após 5 1/2 hs.). [Htn.]
Pressão como câimbra no cotovelo esquerdo, irradiando-se para dentro do antebraço; em qualquer posição (após 3 1/2 hs.). [Lr.]
Dilaceração para baixo na diáfise da ulna esquerda.
Coceira no antebraço (após 3/4 h.).
125. Dor tensiva no pulso esquerdo, quando em repouso e ao movimentar (após 20 min.).
Espetadas obtusas na junta externa da palma da mão. [Gss.]
Espetadas dilacerantes na palma da mão.
Algumas pontadas obtusas na articulação onde o osso carpal do polegar está unido ao rádio, como um tipo de (paralisia ou) entorse. [Gss.]
Espetadas agudas na falange proximal do polegar. [Gss.]
130. Dormência e insensibilidade do polegar.3
Ao movimentar os braços, pressão como câimbra, ora no metacarpo direito, ora no esquerdo, o que desapareceu quando em repouso (após 2 1/2 hs.). [Lr.]
Na carne grossa entre o osso metacarpo do polegar direito e aquela do dedo indicador, uma violenta apunhalada, como com uma faca sem corte. [Gss.]
Cócegas pruriginosa, formicante, em um lado do dedo médio, levando a coçar (após 3 1/2 hs.). [Lr.]
3 Pela aplicação externa do suco. -- Hahnemann.
Na articulação medial do dedo indicador umas violentas bicadas (espetadas obtusas intermitentes). [Gss.]
135. Pressão como câimbra na falange proximal do polegar direito, a qual desaparecia ao movê-lo (após 7 hs.). [Lr.]
Repuxos paralíticos no dedo indicador esquerdo inteiro. [Gss.]
Violenta pontada dilacerante através do dedo mínimo esquerdo inteiro (após 4 hs.). [Htn.]
Dor paralítica dos dedos esquerdos, especialmente nas articulações que os une com os ossos metacárpicos. [Gss.]
Espetadas cegas violentas, intermitentes, na falange distal do dedo indicador; ao mover o dedo a dor se estende para dentro da articulação proximal. [Gss.]
140. Dor no lado de fora do osso metacárpico dos dedos mínimos direito e esquerdo, como por uma contusão - somente sentida ao tocar. [Gss.]
No dorso da mão direita uma dor mais pressiva que dilacerante (após 1 h.). [Htn.]
Ao subir e descer escadas um peso muito grande nas extremidades inferiores, como se um peso estivesse atado nelas (após 2 hs.). [Htn.]
Quando caminha ao ar livre, passo vacilante, como se as extremidades inferiores não pudessem suportar o restante do corpo pela fraqueza (após 4 hs.). [Lr.]
Quando cruza a coxa direita sobre a esquerda, uma fraqueza e sensação cansada nos ossos da perna direita, o que, entretanto, ele não sente quando caminha (após 3 1/2 hs.). [Htn.]
145. No lado de dentro da coxa direita uma dor paralítica quando o membro é puxado para cima numa postura sentada -- ao pisar, dor (como pontadas) em direção ao joelho. [Gss.]
Sensação dolorida que repuxa do meio da coxa direita para o joelho (quando sentado) (após 3 hs.). [Htn.]
Quando caminha ao ar livre uma dor como câimbra nos músculos da coxa direita (após 4 1/2 hs.). [Lr.]
Acima do joelho direito uma dor dolorida espasmódica nos músculos, quando sentado e de pé (após 3/4 h.). [Htn.]
Pontadas rudes logo acima da patela esquerda, somente quando pisa (após 24 hs.). [Gss.]
150. Os joelhos dele tremem como se ele tivesse tido um grande susto (após 2 1/2 hs.). [Htn.]
Súbita dor através do joelho direito quando de pé, sentado, e caminhando (após 36 hs.). [Htn.]
Dilaceração para baixo na perna.
Pressão como câimbra na perna esquerda perto da articulação do tornozelo (após 2 1/4 h.). [Lr.]
Violentas espetadas obtusas intermitentes nos ossos metatársicos do hálux e do dedo seguinte no pé esquerdo, quando em repouso. [Gss.]
155. Quando de pé uma pressão como câimbra na sola direita, a qual desaparecia ao caminhar (após 2 1/2 hs.). [Lr.]
Cansaço das extremidades inferiores (após 5 1/2 hs.). [Mss.]
Desinteresse por trabalho (após 8 hs.). [Htn.]
Preguiça e sonolência de manhã depois de levantar. [Gss.]
Espreguiçamento nos membros (após 1/2 h.).
160. Freqüentes bocejos e espreguiçamentos como se ele não tivesse dormido o bastante (após 2 hs.). [Lr.]
Imediatamente depois de uma refeição ele não consegue deixar de dormir, as pálpebras dele se fecham (após 7 hs.). [Mss.]
Sono inquieto de noite, ele se agitava de um lado a outro. [Lr.]
Sono somente até 04:00 hs., cheio de sonhos com guerra e cadáveres, em muitas noites.
Leve frieza passageira no corpo inteiro, também perceptível externamente nas mãos e pés. [Gss.]
165. Estremecimento, especialmente em um lado do corpo, dos ombros para as coxas, como se água fria fosse vertida neles.
Sede insaciável (após 2 1/2 hs.). [Htn.]
Indiferente às coisas que em outras ocasiões eram interessantes para ele (após 4 hs.). [Mss.]
Irritação muito grande e humor rabugento, sem causa desencadeante; ao mesmo tempo, entretanto, inclinação para e desejo mórbido de trabalho; ele também sente prazer em ter pessoas em torno dele e em conversar com elas (após 2 1/2 hs.). [Htn.]
Ao longo de todo o dia espírito colérico, mas um tanto mais alegre em direção do anoitecer. [Lr.]
170. Ao longo de todo o dia espírito medroso; ele achava que todos os esforços e esperanças eram em vão. [Lr.]
Alegria excessiva, com risadas (após 24 hs.). [Htn.]
Distração: várias seqüências de pensamento e fantasias forçam-se sobre ele (após 8 ds.).
Excitamento da imaginação, especialmente por fantasias de um caráter voluptuoso, por muitos dias.
